quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Carne é tudo igual, é sangue no prato


O ser humano se denomina onívoro, sim, onívoro porém por conveniência, e não é a conveniência de cada um, mas sim da pecuária e todo tipo de comércio e comerciante que vive da escravidão animal, sem falar do viciados.

A carne in natura não é agradável para o ser humano quanto é para qualquer animal de fato onívoro ou carnívoro. As pessoas só ingerem a carne depois do devido preparo e sua ingestão causa uma série de malefícios e hoje inúmeras pesquisas de órgãos não comprometidos com esse tipo de comércio já revelam este fato.

Depois de todo esse preparo ou mesmo antes, as pessoas não podem identificar de que espécie de animal veio aquele pedaço de defunto que ela se dispõe a fazer o funeral enterrando em suas entranhas.

Então a nossa história reúne alguns casos hilários, bizarros, isso falando só dos conhecidos, porque, imagina qual melhor lugar para dar sumiço num corpo se não num açougue?
(abra o link para ver a matéria)

Os assassinos faziam salgados com a carne de suas vitimas e vendiam na cidade, vítimas humanas.
Mas se estivesse falando do que acontece num matadouro de animais não teria diferença alguma, são vidas que são assassinadas e tem partes de seus corpos vendidos na cidade.

Um caso mais antigo, “OS CRIMES DA RUA DO ARVOREDO"

1864, um casal vazia lingüiça de suas vítimas e vendiam num açougue de Porto Alegre.
Faz tempo isso, tentam transformar tudo numa lenda, claro que não é umas das melhores propagandas para a indústria da carne, ou melhor dizer da morte?


E hoje ainda vemos pessoas indignadas que embora coma ali o seu defunto de boi, se escandalizam quando vêem uma outra cultura que comem cão, gatos, os animaizinhos que eles adoram.

“Coreanoseram principais clientes de restaurante fechado por vender carne de cachorro emSP”

Anos atrás um escândalo tomou conta da Europa, estavam comendo carne de cavalo achando que era carne bovina.

Carne é tudo igual, é sangue no prato, é um defunto no estomago que apodrece no intestino envenenando o organismo ao qual lhe servira de sepultura.

"Carnevermelha pode aumentar o risco de câncer, diz estudo"



13, de fevereiro 2014 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Homem mais rico da Índia bane venda de carne nos seus estabelecimentos

Mukesh Ambani, o homem mais rico da Índia, já baniu a venda de carne em cerca de 100 dos seus estabelecimentos. O que motivou esta decisão? O facto de estar a aumentar a procura por uma alimentação vegetariana.

Atento à realidade, Ambani está decidido a colocar um ponto final no negócio de venda de carne que iniciou em 2007, na Índia, onde se consome muito pouca carne. 

Fonte:
http://www.lux.iol.pt/internacionais/mukesh-amfontebani-india-vegetariano-carne-rico/1524343-4997.html

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Consumo de carne x sua verdadeira natureza

Estou certo de que mais de 95% das pessoas que consomem carne não são capazes de providenciar seu próprio alimento, ou aquilo que eles chamam de.

As pessoas nagando sua própria natureza insistem na afirmação de que o ser humano é onívoro, mas uma simples reflexão poderia mostrar a elas que não, que o ser humano não foi feito para comer carne.

Quando você vai a feira escolher seu alimento, você vê uma fruta e repara em sua aparência, vê se ela está bonita, cheirosa, você pode pensar; "que manga bonita.", "hoje essa alface esta bonita.". Ali na feira está tudo com fácil acesso, mas você também poderia sem o menor problema ir no pé de manga colher uma e comê-la, e também colher verduras sem o menor problema.

Já a pessoa que vai comprar carne ela vê somente pedaços do animal em uma vitrine que geralmente passou por um processo para aparentar estar fresco. A pessoa enganada acha que a carne está bonita, mas mesmo assim terá que passar por vários outros processos para ser ingerida.

Mas antes, a exemplo da fruta e das verduras, a pessoa conseguiria ir até esse animal vivo e prepará-lo para consumo? O que inclui arrancar esse animal de seu meio natural, matá-lo, esquartejá-lo e cozinhar seus pedaços. Será que fariam isso?

Incrivelmente a resposta é não. Poucas pessoas tem estomago para isso.

O que é engraçado, elas não tem estomago para preparar seu alimento, mas tem para comê-lo?!

Se fossemos onívoros  não teríamos a menor dificuldade em matar um animal para comer sem precisar pagar outras pessoas para fazer esse serviço que repudiamos.
Sim, as pessoas que comem carne em sua maioria repudia tal serviço, elas não tem estomago para fazê-lo, nem mesmo para ver alguém fazendo.

Se fossemos onívoros  as indústrias de sacrifícios de animais também não precisariam esconder esse processo ou até mesmo mentir sobre ele tentando ao máximo desvincular a carne que a pessoa compra na bandejinha do açougue, do animal ao qual aquele pedaço de corpo pertencia.

Em outras palavras, os abatedouros teriam paredes de vidro.

Esse é um trabalho antigo que faz com que um ser herbívoro aceite consumir um alimento contrário a sua natureza.
As crianças são iniciada ao consumo de carne a pequenas doses para evitar a regeição. Elas nem mesmo tem a menor ideia do que estão ingerindo e isso é escondido delas se possível por toda vida.

Isso cria a dessensibilização humana, que faz com que mesmo a pessoa já adulta tenha dificuldade de entender que aquela carne do açougue era aquele animal vivo. Fato que ela passa a negar a ponto de não querer ver, e odeia quando lhe é mostrado cenas de abate (coisa comum) e nega para si mesma que aquilo é para sua alimentação.
 Ela acaba se tornando um ser antagônico, vive numa falsa realidade imposta pela mídia entendendo que aqueles animais no abatedouro não tem nada a ver com ela, já que o que ela compra é outra coisa, é aquela vaquinha feliz da TV.

Isso me convence que mais de 95% das pessoas são incapazes de prover seu próprio alimento, pois são incapazes de ficar frente a frente a realidade.

Não é natural um ser projetado para comer carne ter pena de sua presa, ter nojo, etc.

Uma fruta madura no pé ali mesmo já se mostra apetitosa. E uma vaca no pasto?

Ai volta aquela pergunta pra testar sua natureza:
Assim como você pode arrancar uma fruta no pé e comer, você pode pegar ali o bezerro da vaca, abatê-lo e comê-lo?

A minha resposta seria sim se eu precisasse realmente de carne para viver, se meu organismo carecesse desse alimento, mas não carece, pelo contrário, vegetarianos tem registrado aumento no estado de saúde e até em níveis de inteligência.

A carne não sendo um alimento natural ao ser humano, ela acaba agindo como uma droga, por isso a criança é iniciada aos poucos até que o organismo aceite e assim continuará dependente pelo resto da vida. Ao menos é isso que a indústria exploradora de animais imagina e assim tem funcionado até pouco tempo.

Porém nós estamos ai para mostrar que é possível largar esse vício e nosso número é ignorado pela mídia mercantil patrocinada por essas tais industrias que em coluio propagam a falsa cultura que coloca o consumo de carne como necessidade.

Mas aqui é a internet onde a informação corre solta de pessoa pra pessoa e sem fins lucrativos. Aqui é onde as pessoas se informam, se esclarecem e se libertam.

Se você ainda come carne, pense, reflita, busque na sua natureza se o consumo de carne é natural para você ou se está sendo apenas um vício.

Faça o teste, diminua o consumo, pare por uma semana e sinta os efeitos em seu corpo, não em sua mente porque assim como um viciado a ausência da droga causa uma certa instabilidade que faz com que voltem ao vício. Porém se for firme experimentará gradativamente maior lucidez mental a medida que o corpo vai se desintoxicando dos efeito da carne.

Faça a experiencia e continue, não ligado, mas conectado, ligado é na TV e de lá só vem mentiras, já aqui você pode garimpar pela verdade e descobrir como encontrá-la dentro de você.


Márcio JS

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A senciência dos animais

A senciência dos animais


Os vegetais morrem, porém não são sencientes. Ou seja, os animais não-humanos sofrem, buscam o prazer e evitam a dor. Para eles, os conceitos de sofrimento e morte existem e são percebidos. Os vegetais não possuem senciência, logo analisar o que significa sofrimento e morte para um vegetal carece de lógica, já que, para um vegetal, não há coisa alguma que signifique algo, por ausência de algo similar a um cérebro, bem como de sistema nervoso central.

Contudo, ainda que se admitisse que os vegetais sentem dor e desejam permanecer vivos, apenas para argumentar com tais pessoas, a maior parte dos vegetais consumidos no mundo se destina à criação de animais para o abate. Logo, eventual defesa do “bem-estar” dos vegetais envolveria tornar-se vegan/vegetariano, pois assim menos vegetais sofreriam e seriam mortos.

Mas é importante notar que mesmo as pessoas que invocam essa absurda suposta senciência dos vegetais, que não possui o menor respaldo científico, nem lógico (já que a dor é um mecanismo de sobrevivência que um ser vivo possui, a fim de que este opte pela fuga ou ataque em momentos de necessidade, não havendo, assim, sentido na idéia de um vegetal, que não pode fugir nem atacar, sentir dor), em sua esmagadora maioria, nem concordam com a premissa invocada por elas. Trata-se de uma estratégia argumentativo-defensiva. É como se, alegando que vegetarianos causando sofrimento se alimentando de vegetais, elas aplacassem suas consciências, já que, se elas causam morte e sofrimento, vegetarianos também, adotando tal axioma. Isso para que elas possam dormir sem a consciência pesada, crendo – ou fingindo crer – que, embora elas causem o mal com a sua alimentação, os vegans/vegetarianos também o fariam.

Animais não são commodities, mas seres sencientes.
Animais sencientes: consciente de sua percepção sensorial, logo tem preferências, desejos ou vontades. Sente alegrias e tristezas. E possui interesses, inclusive o interesse de evitar a dor e o sofrimento.”

Copiado da página
http://vegetarianismoveganismo.wordpress.com/e-as-plantas/plantas-tambem-sentem-dor/

domingo, 15 de setembro de 2013

Leite com biscoito antes de dormir e doenças infantis

Pesquisa mostra que combinação de açúcar e lactose pode causar coriza, tosse, garganta irritada, constipação e até fadiga


A tradicional dupla biscoitos e leite, lanche servido às crianças antes de dormir, pode trazer mais malefícios do que benefícios a elas. O alerta vem de um estudo feito pelo Hospital Infantil Nemours, na Flórida, nos Estados Unidos, que identificou conexão entre hábitos das famílias e sintomas crônicos não associados a outras doenças.
Segundo a pesquisa, divulgada pelo jornal Daily Mail, a combinação de açúcar e lactose pode causar coriza, tosse, garganta irritada, constipação e até fadiga. O problema foi batizado de "doença do leite e do cookie".
Médicos disseram que medicamentos normalmente usados para tratar os sintomas apresentados não se mostravam eficientes e foi então que os hábitos alimentares chamaram a atenção. A combinação provavelmente causa um tipo de refluxo no estômago, esôfago e garganta, sendo confundido com os sintomas de um resfriado.
Estima-se que 75% das crianças nos Estados Unidos sofram do problema, que é aliviado apenas com a não ingestão de bolachas e leite antes de dormir. Os médicos do hospital dizem que as crianças não devem comer ou beber nas duas horas que antecedem o momento de ir para a cama. Apenas água é liberada.
Fonte:

sábado, 24 de agosto de 2013

A saúde depende do estado do intestino


Click aqui para assistir o vídeo

http://youtu.be/H4Z4TMpF3Nw


A saúde depende do estado do intestino

Neste vídeo podemos observar que o mesmo impacto que o fumo tem para o pulmão do fumante, de forma semelhante o consumo de carne e laticínios e de comida industrializada, tem para nosso intestino. O que dá origem as doenças e vários tipos de canceres.

Compartilhe este vídeo, todos  precisam saber disso.

A medicina verdadeira visa o bem estar do ser humano, já esta medicina aplicada hoje mundialmente visa a apenas a manutenção da doença, a pessoa vira paciente e passa a ser apenas mais um número. Um número que pode gerar lucro com o tratamento de sua doença, por isto não seria interessante cura-lo de vez.

Por isso materiais como este não e amplamente divulgado, cabendo sempre a nós esse papel.

A medicina verdadeira existia antes que tudo fosse tomado pelo dinheiro, logo a ambição que leva a humanidade a passar a fazer tudo tendo como primeiro objetivo o dinheiro, o lucro, e isso tomou conta da medicina também, levando-a a se adaptar a essa nova realidade decadente.

Seria o fim desta medicina se ela própria passasse a ensinar as pessoas a não ficarem doentes, a serem saudáveis.
Se isso acontece quem iria comprar remédios, pagar por caros exames, tratamentos? A indústria do câncer é bilionária, é que nem mexer com o petróleo, dá guerra.

A verdadeira medicina começa em casa, primeiro em sua mente, depois na sua mesa.
PRATIQUE-A para que não venha precisar usar a medicina mercantil.

O vídeo mostra o resultado de uma má alimentação, mas há aqueles que só conseguiram ver nele a técnica revolucionária do Dr Hiromi Shinya  para extrair pólipos, que alias, merece o parabéns de todos.
Porém quem pode apenas ver isso são pessoas que continuarão escravas dessa medicina, contando que cuidem de seu próprio corpo para que continuem cometendo todo tipo de abuso.

Este é seu veículo terreno, e você só tem um, cuide bem dele.


“Mente sã corpo são”

“Quando a alimentação é ruim, a medicina não funciona;
Quando a alimentação é boa, a medicina não é necessária.”
(Provérbio ayurveda)

“Os alimentos que comestes pode ser a forma mais segura de medicar-se, ou a forma mais lenta de envenenar-se.

(Ann Wigmore)


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nuggets


Boa parte dos nuggets são feitos dessa massa cor-de-rosa que é constituída de “pedaços de frango que não seriam cozidos corretamente de outra forma (ou tudo que sobrou de um frango; olhos, ossos, patas, miúdos, bico, etc.)  É o mesmo processo usado para fazer salsichas também.

Segundo vários “cientistas da comida” a verdadeira ciência dos alimentos é aumentar a quantidade de comida produzida tornando alimentos aparentemente indesejáveis em alimentos desejáveis e gostosos. 
Além disso, os produtores possuem uma certa “ética” na hora de fabricar seus alimentos: se vamos matar animais é lógico que todo o animal seja usado, para evitar desperdício de vida e de alimento que é saudável.


O Sistema Industrial de Comida



Gado confinado, milho e soja, antibióticos = superbactérias.


No mundo desenvolvido, praticamente toda a carne sai das fazendas de confinamento - galpões onde os bois passam a vida praticamente empilhados uns nos outros, só engordando. Nesses galpões, a comida do boi não é capim, mas ração à base de milho e soja. O inconveniente é que ele não come grãos. Industrialmente falando, um boi é uma máquina que transforma celulose de capim (algo que o nosso organismo não digere) em proteína comestível - a carne dele. Mas capim é bem menos calórico que milho e soja. Para ele crescer rápido e ir logo para o corte, tem que ser ração mesmo. Só que o metabolismo do bicho pena para processar tanta comida indigesta. A fermentação dos grãos no sistema digestivo dele pode causar um inchaço do rúmen (o estômago do boi) que pressiona os pulmões e pode matar o animal. Para combater isso, os criadores enchem os bois de antibiótico: 70% dos antimicrobiais usados nos EUA são misturados às rações de animais. O problema é que isso cria superbactérias resistentes a antibióticos. É Darwin em ação: os antibióticos nem sempre matam todas as bactérias. Às vezes sobram algumas que, por mutação genética, nasceram imunes ao remédio. Sem a concorrência de outras bactérias, elas se reproduzem à vontade. Nasce uma cepa de micro-organismo mais resistente a qualquer antibiótico. Ela podem ser letal. Ainda mais se for parar na prateleira do supermercado.

Fonte
http://super.abril.com.br/alimentacao/lado-escuro-comida-614494.shtml


O Sistema Industrial de Comida



domingo, 19 de maio de 2013

Anel de desmame


ANEL DE NARIZ  PONTIAGUDO DE DESMAME DE BEZERRO



Desmame refere-se ao processo de separação de um bezerro da sua mãe, para que não tenha acesso ao leite que por direito lhe pertence.

Enquanto a maioria das crias nascidas na indústria dos laticínios são mortas, algumas crias do sexo feminino são mantidas para substituir as suas mães e produzir leite.

Existem várias maneiras de afastar um bezerro de sua mãe, uma delas é o "anel de nariz pontiagudo de desmame".

Basicamente, sempre que um bezerro com o anel faz tentativas de mamar, a sua mãe repele-a, porque os picos no anel machucam o úbere sensível da mãe.

Desta forma, o bezerro não pode mamar e o seu leite pode ser vendido às empresas que utilizam leite nos seus produtos.


sábado, 27 de abril de 2013

Ser vegetariano é melhor para saúde


"Estudo sugere que ser vegetariano é melhor para saúde do coração
Pesquisa analisou dieta de 45 mil pessoas com idades entre 50 e 70 anos.
Vegetarianos não têm hipertensão e registram nível de colesterol menor.
Matéria completa no link: